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Perguntas frequentes

Sim. Em 2014, a luta da família Fischer garantiu a primeira importação legal de um produto dessa categoria no Brasil pela via judicial. No ano seguinte, a Anvisa aprovou uma resolução que permitia o acesso aos produtos por meio de importação individual mediante prescrição médica. Hoje, além dos pedidos de importação, a Anvisa também regulamenta a fabricação em território nacional e a dispensação em farmácias e drogarias do país.

Sim. A Anvisa não avalia o exercício profissional, de modo que não haja restrição para qualquer especialidade médica prescrever os produtos. Basta que o médico tenha CRM ativo e a documentação esteja correta.

As principais patologias para as quais tem sido prescritos os produtos de Cannabis são epilepsia, autismo, dores crônicas, Parkinson, Alzheimer, ansiedade, insônia, fibromialgia e câncer. A Anvisa já autorizou a importação para mais de 60 patologias diferentes.

Não. Existem várias vias de administração para os produtos. Podem ser administrados pela via oral, sublingual, nasal, tópica, entre outras. As formas de apresentação mais comuns são líquidas e em cápsulas.

Depende. Em viagens nacionais, produtos importados devem estar acompanhados da autorização de importação. Os produtos devem ser mantidos em sua embalagem original, e uma receita pode ser solicitada para conferência de quantidade. Em viagens internacionais, a legislação do país de destino deve ser consultada para saber como proceder.

Depende. Produtos de Cannabis podem ser ricos em dois compostos diferentes, o THC e o CBD. Produtos ricos em CBD não farão com que o paciente sinta os efeitos relacionados ao uso adulto da planta. No entanto, a administração de um produto com maiores níveis de THC pode fazer com que o paciente se sinta um pouco alterado.

Depende. Não há indícios de que o CBD possa causar dependência química. Por outro lado, embora também tenha efeito terapêutico, o uso constante de doses maiores de THC pode gerar dependência, sendo um dos motivos pelos quais ainda há mais restrições de prescrição para estes produtos.

Sim. Embora os canabinoides sejam considerados moléculas seguras, produtos de Cannabis podem apresentar perfil de efeitos adversos distintos e geralmente leves, que variam conforme o teor de cada um dos principais componentes mencionados anteriormente. O profissional médico deve orientar o paciente com relação às possíveis adversidades da escolha terapêutica para cada caso.

Sim. Prezando por uma maior biodisponibilidade dos canabinoides, o mais indicado é administrá-los com triglicerídeos de cadeia média, encontrados em grandes quantidades nos óleos de coco e de palma, de modo a obter uma melhor e mais rápida absorção dos componentes.

Os produtos líquidos e em cápsulas podem ser armazenados em temperatura ambiente, basta mantê-los ao abrigo de luz, calor e umidade excessivos. Aconselha-se que produtos pastosos, dispostos em aplicador oral, sejam armazenados em geladeira após abertos para manter a consistência do produto no momento da coleta.

Não. Até o momento, as resoluções que dispõe sobre a utilização de produtos de Cannabis para fins medicinais referem-se apenas a seres humanos, embora o uso veterinário venha sendo discutido cada vez mais.

A HMBR está junto com as famílias brasileiras atuando com agências reguladoras, médicos e pacientes para facilitar o acesso aos produtos de Cannabis. Somos uma equipe formada por brasileiros como você e nos sensibilizamos por fazer um atendimento personalizado à cada família. Visite nosso site e entre em contato para maiores informações!

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